Ex-ministra não deve ser candidata a presidente porque pesquisa apontou desconhecimento de seu nome junto ao eleitor (Foto: Arquivo)
A candidatura a presidente da República da senadora Tereza Cristina (PP) esbarrou na falta de conhecimento do eleitor e não deve sair do papel nas eleições deste ano. Ela recusou o convite para ser candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). E para complicar ainda mais a situação do filho de Jair Bolsonaro, ele não contará com o apoio da Federação União Progressista.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, um grupo de empresários e produtores rurais contratou pesquisa para medir o potencial da ex-ministra da Agricultura de Bolsonaro. O levantamento mostrou que a madrinha política de Adriane Lopes (PP), a pior prefeita do Brasil, tem potencial de crescimento, mas esbarra na falta de conhecimento do eleitor.
Os pontos favoráveis são seriedade, confiança, experiência e preparo técnico, firmeza aliada à capacidade de diálogo e competência de articulação política. A CNN chegou a divulgar que a senadora toparia disputar a presidência.
No entanto, caso aceite o desafio de disputar a presidência da República contra Flávio Bolsonaro, Tereza Cristina teria outro problema, o pouco tempo para se tornar conhecida do eleitor brasileiro e ter chances de chegar ao segundo turno para enfrentar Lula.
Em pesquisa divulgada no primeiro semestre, a senadora teve o pior desempenho entre os nomes da direita em eventual confronto com o petista.
Comentários